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Dia 1 

 

Começa pela aldeia do Soajo. Visita o pelourinho que é monumento nacional e visita a eira comum, uma enorme laje granítica com 24 espigueiros de pedra, onde a população costumava guardar o milho e outros cereais. Os espigueiros são lindos  e bem conservados, sente o calor do sol acumulado na pedra.

 

espigueiros do Soajo

 

espigueiros do Soajo

 

espigueiros do Soajo

 

Segue a estrada até ao Santuário da Nossa Senhora da Peneda. Antes de lá chegar perde tempo em Bento do Cando. Passeia pela branda. Era para lugares como este que  as pessoas se deslocavam com o gado na primavera e verão por serem zonas de maior altitude com condições naturais favoráveis à agricultura e pastorícia. 

A Serra da Peneda é uma montanha de grande beleza paisagística, cuja altura ultrapassa os 1400 metros.

Devido ao clima frio que, se verifica no Inverno e na Primavera, os seus cumes permanecem durante largos períodos cobertos de neve, o que determinou, durante séculos, para os seus habitantes, um particular modo de vida.

No Verão, quando os pastos ficavam escassos para os animais nas terras baixas, dada a ocupação dos prados e campos com outras culturas, os pastores e os seus rebanhos tinham que, abandonar as pastagens das zonas baixas e as habitações de Inverno (as chamadas inverneiras) e subiam para as montanhas, então já sem neve e com frescas pastagens, ocupavam as residências de verão na montanha (as chamadas brandas).

Nestes aglomerados de rudes construções de granito, erguidas no alto da montanha, os pastores passavam os dias entre Maio e Setembro, acompanhando o gado que, no alto da serra, encontrava, e encontra, pasto fresco, no clima brando, onde o ar é mais puro e onde as águas são cristalinas e leves. 
Estas construções eram autênticas aldeias de Verão, também chamadas por isso, e por alguns, verandas.

A branda é um testemunho que, pastoreando os seus rebanhos, os brandeiros, praticavam simultaneamente o cultivo do centeio, da batata e do feno. A branda é fruto de uma longa elaboração humana e manifesta uma memória colectiva, ao mesmo tempo que evidencia um saber/estar, saber/ fazer e saber/ser.

Os brandeiros podem ser considerados artistas que, moldaram os pedaços de terra nas altitudes, conseguindo meios para a sua economia.

Para além da cultura da batata, do centeio e do feno, muitos brandeiros dedicam-se à apicultura, de onde se extrai mel de óptima qualidade. Encontramos homens de cajado firme possuidores de éguas, vacas e vitelos, contando "estórias" em que, "o lobo matou uma cria e o dono não topou o lobo nem a cria". Pois o lobo não espera...

 

Finalmente o Santuário da Nossa Senhora da Peneda construído em honra da Senhora das Neves e inspirado no Santuário de Bom de Jesus do Monte em Braga. Repara como se integra na paisagem! Qual postal... Portugal é maravilhoso! Percorre o escadório das virtudes, visita a igreja, compra artesanato, respira e agradece.

 

Santuário da Nossa Senhora da Peneda

 

Santuário da Nossa Senhora da Peneda

 

Santuário da Nossa Senhora da Peneda

 

Percorre a estrada até Lamas de Mouro, sem pressas, segue devagar, aprecia a paisagem, as árvores cheias de líquenes, as vacas Cachenas guardadas por cães Castro Laboreiro, antecipando o que te aguarda.

 

vaca Cachena

 

Lamas de Mouro

 

Lamas de Mouro

  

Quando chegares a Castro Laboreiro deixa o carro e visita a aldeia a pé. Sente o silêncio. Visita o Núcleo Museológico de Castro Laboreiro. Sobe ao Castelo do qual resta apenas a muralha com as diversas portas mas que vale muito a pena pela vista de uma das áreas mais selvagens do parque nacional. Segue o rio Laboreiro e conta as pontes históricas... devagar.

 

castelo de Castro Laboreiro

ponte em Castro Laboreiro

  

Castro Laboreiro

 

Daqui para o Lindoso temos de entrar em Espanha. Deixamos o Gerês e entramos no Xurés. Aproveita em Entrimo para fazer mais uma pausa e visitar a Igrexa Santa María A Real. 

 

No Lindoso ir ao Castelo fundado no século XIII. Entra e percorre as muralhas. Mesmo ao lado uma eira comunitária com um conjunto de espigueiros, são 67! A paisagem é soberba! Mais um postal de Portugal. Perde tempo. Vai ficando e se puderes fica até ao anoitecer, aí o Castelo ganha novas cores.

 

castelo do Lindoso

 

castelo do Lindoso

 

castelo do Lindoso

 

castelo do Lindoso

 

espigueiros do Lindoso

  

 

espigueiros do Lindoso

  

Com mais tempo, a Porta de Mezio sugere na Região de Arcos de Valdevez :

  • Necrópole megalítica do Planalto de Castro Laboreiro
  • Núcleo Megalítico do Mezio, constituído por uma dezena de monumentos;
  • Estação Arqueológica do Gião: reúne um conjunto de notáveis manifestações de arte rupestre.
  • Fojo do lobo, na serra da Peneda: estrutura tradicional que era utilizada nas batidas ao lobo.
  • Núcleo de espigueiros de Parada, na freguesia de Lindoso.
  • Núcleo museológico da Ermida, onde podes apreciar a Estátua-menir e a Pedra dos Namorados.
  • Gravuras rupestres na Bouça do Colado (Parada - Lindoso) e na Chã da Rapada (Britelo).
  • Necrópole megalítica da Serra Amarela (Chã de Britelo): constituída por cerca de 30 monumentos, dos quais se destaca a Anta Grande da Serra Amarela, conhecida como Lapa da Moura.

 

roteiro Gerês - dia 1

 

Dia 2

 

Desce a Serra Amarela. O outono é a estação ideal para visitar o Gerês porque o verde dá lugar a cores mais quentes, cores da terra, cores que aquecem o coração e são um regalo para os olhos e a alma. Vais passar por BriteloGermil e Brufe. São aldeias pequeninas, encantadoras com casas de pedra e silêncio, muito silêncio, tanto que conseguimos ouvir a chegada dos cavalos Garranos em liberdade. Aproveita o final do dia, espera que o sol se ponha enquanto aprecias a vista.

 

 Serra Amarela

  cavalos Garranos

 

Serra Amarela

 

Serra Amarela

 

Serra Amarela

 

Brufe

 

Brufe

 

Brufe

 

Continua sempre a descer. A estrada não é lá grande coisa, estreita, com curvas e buracos mas compensa com a paisagem que nos oferece. Mesmo lá no fundo consegues ver a Barragem de Vilarinho das Furnas. Não a atravesses. Podes seguir a pé por um caminho de terra e tentar ver o que resta da aldeia mas as ruínas só aparecem com o caudal do rio bastante baixo. Tenta, pode ser que tenhas sorte... As pedras das casas submergidas pela barragem foram usadas para construir o Museu Etnográfico onde se preserva a memória e o património etnográfico da aldeia e das suas gentes. Vale a pena a visita.

 

Vilarinho das Furnas

 

Vilarinho das Furnas

 

De volta ao caminho chegas ao Campo do Gerês. Aventura-te em desportos ditos radicais como o arvorismo, andar a cavalo ou mesmo paintball . Existem alguns campos que te oferecem turismo aventura. É também aqui a porta para o famoso trilho da Fenda da Calcedónia. O objectivo é subir a serra dominada pelo granito até ao topo para depois atravessar uma estreita passagem entre dois penedos enormes até ao cimo de uma fraga que nos presenteia com vistas deslumbrantes. 

 

Um pouco mais à frente outro santuário, o Santuário de S. Bento da Porta Aberta, considerado o segundo santuário mais importante do país. O santuário é deveras muito bonito, aproveita para entrar, faz-te à fila e beija São Bentinho.

 

Santuário de S. Bento da Porta Aberta

 

Santuário de S. Bento da Porta Aberta

 

Santuário de S. Bento da Porta Aberta

 

Santuário de S. Bento da Porta Aberta

 

Santuário de S. Bento da Porta Aberta

 

Santuário de S. Bento da Porta Aberta

  

Em Vilar da Veiga atravessa a ponte que te dá acesso à vila do Gerês. A localidade de Caldas do Gerês tornou-se conhecida pelas suas águas termais. Visita o balneário, bebe das fontes. Se ficares para almoçar a especialidade é posta barrrosã. Depois do almoço vale a pena ir ao famoso Miradouro da Pedra Bela. Dali avistas toda a albufeira da Caniçada, uma parte do vale do Gerês e as montanhas.A vista é deslumbrante. Aproveita, tira fotos, guarda memórias. Outro local de visita obrigatória é a Cascata do Arado. Uma sucessão de lagoas que se formam perante as diversas quedas de água, que terminam numa cascata de beleza indescritível. Aproveita e refresca-te

 

roteiro Gerês - dia 2

 

Dia 3

 

Começa o dia a atravessar a Mata da Albergaria, Reserva Biogenética do Continente Europeu, uma floresta mágica cheia de carvalhos seculares, onde se conserva um troço e marcos miliários da antiga via romana (Geira) que ia de Braga a Astorga. Descobre como é bonita a Cascata da Portela do Homem e, se tiveres coragem, mergulha na água verde transparente. Atenção, a circulação de veículos é limitada em termos de velocidade e é proibido estacionar, por isso sugiro que deixes o carro e faz o percurso pelo interior do Parque que vai de Campo do Gerês à Portela do Homem. Supera-te! 

 

Mata da Albergaria

 

Mata da Albergaria

 

Geira

Geira

 

Passa a fronteira. Novamente em terras de nostros hermanos, o Parque Xurés recomenda:

  • campo Romano Aquis Querquernnis
  • casa Romana Aquis Originnis
  • igreja visigótica do século VII de Sta. Comba
  • igreja Santa Maria la Real Barroca 
  • Salas acampamento arqueológico e Leboreiro
  • Castelo medieval de Arauxo 
  • Mosteiro e vila medieval de Celanova

 

Aquis Querquernnis

 

Aquis Querquernnis

 

Aquis Querquernnis

 

Depois da alma trata do corpo e relaxa num banho quentinho nas Poças de Bande, umas antigas termas romanas ao ar livre na aldeia de Baños. Três “tanques” pertencentes à antiga civilização romana estão cheios de água quente com diferentes temperaturas, alimentados por nascentes fervilhantes. Atreve-te.

 

De regresso a Portugal visita Tourém, é uma localidade bonita, muito bem preservada, onde existe um grande forno comunitário todo em granito e onde persistem as tradições antigas. Segue caminho em direcção a Pitões das Júnias. Mais uma vez, deixa o carro e vai a pé. A aldeia é lindíssima e depois tens a cascata, o miradouro e o Mosteiro. Segue pelo caminho de calceta portuguesa ao lado de muros de pedra solta que delimitam os lameiros, e que curvam e descem e se transformam numa velha calçada medieval até junto do Mosteiro de Santa Maria das Júnias.

Conta a lenda que que saíndo dois caçadores para os montes do Gerês que rodeiam Júnias, nos longínquos tempos medievais e tendo andado algum tempo naquelas matas, quando "...encontraram uma imagem de Maria Santíssima com seu filho nos braços, a quem servia de majestoso trono a concavidade de um tronco de castanheiro. Diante dos cães que sem tirar os olhos dela e em posição reverente dentro do seu instinto festejavam o achado, ajudando assim à ternura e devoção dos seus amos, que cheios de elogiosa piedade, imitando aos animais, prostrados no chão, renderam justas adorações à Imperatriz da Glória, fazendo votos de melhorá-la de ara, erigindo naquele mesmo lugar templo que foi do redentor do Mundo".

De entre as ruínas ainda conseguimos perceber o pórtico lateral da igreja e as arcadas do claustro. Pena que lugares de tamanha beleza estejam ao abandono e em perigo de ruir... Ao lado corre o ribeiro do Campesinho. Em cima se seguires a levada de água e as indicações do trilho chegas ao miradouro. À tua esquerda a cascata, em frente o carvalhal e depois a serra. Estás a mais de 1100 metros de altura. Guarda dentro de ti a grandiosidade da Serra que vês no horizonte. Volta à aldeia e se quiseres almoçar vai à Casa do Preto onde podes experimentar o melhor cozido da tua vida! Tudo confeccionado com produtos de casa. Se repares as casas têm todas ao lado espaços para o gado e hortas. Tudo caseirinho! Delicioso! Podes ainda visitar o forno do povo, ver um relógio de sol, a Igreja Matriz ou ficar preso no trânsito. Ao cair da tarde, sugerimos que, junto ao extinto posto da Guarda Fiscal, assistas à chegada da vezeira.

 

Mosteiro de Santa Maria das Júnias

 

Mosteiro de Santa Maria das Júnias

 

Mosteiro de Santa Maria das Júnias

 

Mosteiro de Santa Maria das Júnias

 

Mosteiro de Santa Maria das Júnias

 

Mosteiro de Santa Maria das Júnias

 

Mosteiro de Santa Maria das Júnias

 

Mosteiro de Santa Maria das Júnias

 

Ruma a Cabril. Aqui vais encontrar lagoas de água límpida e transparente. São 7 lagoas naturais. O acesso não é fácil mas pode ser feito pelo estradão que passa pela aldeia de Xertelo. Deixo as coordenadas para não te perderes (GPS: 41°45'30"N 8°01'37"W).

Quase a terminar não deixes de atravessar a pé a Ponte do Diabo na Mizarela. Deixa o carro e desce até ao desfiladeiro cerca de um quilómetro. Não te esqueças que tudo o que desces tens de voltar a subir mas vale a pena. Vale muito a pena. 

 

Ponte da Mizarela

 

Ponte da Mizarela

 

Ponte da Mizarela

 

Por fim desce à albufeira da Caniçada onde se encontram o Cávado e o Caldo. Aventura-te em desportos radicais. Podes escolher entre motos de água, canoas ou barcos de recreio. Atreve-te.

roteiro Gerês - dia 3

 

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20 comentários

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De nada acontece por acaso a 25.10.2017 às 08:30

Uau!!! Muito obrigada pelo post e pela partilha. Que fotos incríveis, se já tinha vontade de conhecer esta incrível zona do nosso País, agora tenho ainda mais.
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De Marta Cântara a 25.10.2017 às 10:21

Vale mesmo a pena conhecer. Qualquer dúvida, "apita" que tentamos ajudar.
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De João Freitas Farinha a 25.10.2017 às 10:02

Tenho mesmo de visitar o Gerês... Parabéns pelo excelente post. Vou guardar para quando planear a minha visita!
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De Marta Cântara a 25.10.2017 às 10:18

:) créditos para o Gerês.
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De João Freitas Farinha a 25.10.2017 às 10:20

Não só! Bem sei o trabalho que posts como este dão...
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De Marta Cântara a 25.10.2017 às 10:24

Um pouquinho... mas fico feliz por inspirar, oferecer vontade de ir!
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De Anónimo a 25.10.2017 às 10:37

já visitei alguns dos locais que tão bem descreveu e documentou...senti-me a viajar consigo por esse "paraíso"..obrigada
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De Marta Cântara a 25.10.2017 às 10:47

Óptimo! Intenção cumprida!
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De Anónimo a 25.10.2017 às 11:20

Fazemos parte deste percurso (só no distrito de Viana) todos o anos de moto no primeiro fim de semana de junho em plena primavera. São brutais as paisagens que postou e que tão bem conheço!. Como não referiu, de visitar também o museu do quartzo em Barral (Ponte da Barca) na estrada Barca/Lindoso. Tem uma placa a indicar o local. E estando lá vão ter uma surpresa.
Abraço
RC
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De Marta Cântara a 25.10.2017 às 11:24

Obrigado pela dica. Não conheço o museu mas vou pesquisar.
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De Anónimo a 25.10.2017 às 14:32

https://www.tsf.pt/sociedade/interior/ponte-da-barca-assinala-centenario-de-aparicoes-nunca-reconhecidas-pela-igreja-8466414.html.
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De Anónimo a 25.10.2017 às 19:45

Parabéns pelo texto e pela descrição da experiência.
Já por lá passei por todos esses lugares há muitos anos.
A alguns deles mais do que uma vez.
Já fiz campismo "selvagem" no Gerês quando ainda não era "parque e mergulhei em muitas das lagoas que por lá existem nomeadamente nas que estão mais próximas da Portela do Homem.
À semelhança de outras terras portuguesas por lá respira-se portugalidade, eu acho...
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De carlos fragoeiro a 25.10.2017 às 20:09

Sou assíduo, desde pequeno, em incursões ao Gerês que conheço relativamente bem, apesar de sempre que lá vou descobrir novos encantos. No ano passado estive lá pouco tempo antes do enorme incendio de soajo e castro laboreiro, e como este ano ainda não lá fui pergunto lhe como estao estas zonas?
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De Marta Cântara a 26.10.2017 às 11:25

Felizmente a natureza regenera-se!
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De Carlos Silva a 26.10.2017 às 10:44

Bom dia Marta,
Parabéns pelo seu post.
Pode-me indicar se existe alguma empresa que organize estas viagens, com indicação de percursos, locais a visitar, restaurantes para as refeições e hotéis para ficar.
Obrigado pela atenção.
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De Marta Cântara a 26.10.2017 às 11:41

Olá.
Pode pesquisar em:
http://geresmont.com/
http://equicampo.com/
http://www.equidesafios.com/
http://parquecerdeira.com/pt/inicio
Na vila do Gerês existem táxis que oferecem passeios de um dia ou uma manhã.
Existe muito alojamento no PNPG, pode marcar pelo Booking ou apenas no local que não ficará sem uma cama para dormir. Para as refeições pode pesquisar no Tripadvisor o restaurante mais próximo do local onde se encontra.
Na nossa última ida ao Gerês ficamos alojados no Hotel Águas do Gerês pela sua centralidade em relação ao Parque e pela proximidade às termas, que usamos. É um 3 estrelas simpático e baratinho. http://comealong.blogs.sapo.pt/my-home-away-from-home-5-1649
No passeio a Pitões das Júnias almoçamos um cozido de "trás da orelha" na Casa do Preto. Uma média de 20€ por pessoa mas tudo confeccionado com produtos caseiros.
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De Anónimo a 26.10.2017 às 12:02

Obrigado Marta pela informação.
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De Anónimo a 26.10.2017 às 19:29

O artigo está excelente e as fotos do melhor!
Só queria fazer uma correção, de somenos importância: Não visitou o Gerês mas o Parque Nacional Peneda Gerês, dos quais fazem parte as Serras de Soajo, Peneda, Amarela e Gerês.
Infelizmente é um erro comum, as pessoas dizerem que vão ao Gerês e nem lá porem os pés!
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De Marta Cântara a 27.10.2017 às 09:36

Dizer que vamos ao Gerês é comum da nossa oralidade bem mais fácil que PNPG mas obrigado pela correcção.
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De Catrafulha a 29.10.2017 às 17:10

Adoro o geres. Ja fui em todas as alturas do ano.

e é sempre um sitio tão encantador.

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